Fases, as vezes denominadas momento, porém sentidas, passadas, passado. O problema é que marcam, e, o quanto marcam. Sintomas de "peixinho fora dágua", de "senso comum"se contrapõem, porém outrora de tristeza no meio de tanta alegria, de tanta gente. Gente... gente essa que anima, que conforta, que acalenta, mas que mata, deixa em farrapos e que é capaz de te "secar" com uma simples rabiscada de olho. Pois esse é o momento, o meu momento. A fase de sentir a tristeza x esperança, a fase do apostar em si e a fase do se emocionar. Talvez esteja indo pelo método mas "fraco", fraco no sentido (se considerar um perdedor, dentre tantos outros métodos) porém o método menos "trabalhoso" pra cabeça de uns, porém o método menos dolorido no meu pensar. Imagine o presente num futuro de dez anos... Não, não consigo imaginar! Será que chegaria bem de "vida" até lá? Talvez por isso que o pensamento de "partir pra outra cedo" atormente até hoje, talvez esse seja o medo que persegue desde o passado, para com esse futuro arrasador, tão perfeitamente bem tracejado. É, decidi encarar e enfrentar esse tão problemático "problema", ou situação imposta por uma sociedade tragicamente mal acustumada a seguir os padrões "globais", uma sociedade que é total "liberal", quando na verdade o maior preconceito vem dos que mais vivenciam o problema, se é que possamos considerar um "problema", o que na verdade é apenas uma etapa de falta de opção, ou seja lá como for mas cômodo chamar o "problema". E que Problema!
D.G.
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