"Conviver é uma arte complicada. Haja tolerância, paciência e jogo de cintura para agüentar nossos defeitos e os do outro. Viver sozinho também não é mole. Haja sabedoria para estar só e se sentir sempre em paz. Mas como nada nunca é perfeito, penso que a única saída é aproveitar cada momento (independente do estado civil que você se encontre) e aceitar a realidade como um presente. Porque perfeito mesmo só a imperfeição. Que faz ter sentido até o que não se explica."
E tudo começou a brotar depois desse texto.
Conviver é uma arte, fato! Ainda mas quando encontramos em gênios fortes, as maiores compactações de afeto que podemos sentir. Lutamos, quebramos o barraco, quando no fundo o amor sempre prevalece. O dia a dia torna-se inevitável; falar é bom, desabafar melhor ainda, e brigar nem se fala. Na realidade "a gente se acustuma até com o que não presta", pode-se considerar verdade, perto do pré-suposto ato de ignorar as falhas, as incompatibilidades e principalmente as indiferenças. Portanto a gente não só aprende a conviver com as diferenças, como elas se tornam indiferentes, partindo assim pra uma das melhores senssações, O novo. Fala-me mais sobre "o novo" e mostra-me mais sobre ti...
Aos meus.
D.G.
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